sábado, 7 de julho de 2007

Se não tem Mar...

Sabadão ta na área, com direito a dia ensolarado, passarinhos cantando na minha varanda, acordar tarde e muita preguiça... Ontem a noite foi óteeeema, como eu previ! Tudodibão! E já que hoje é sábado, provavelmente tem repeteco...he...he... ô beleza gente!
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A lugirão comentou aqui no haloscan, que não conhece Minas, mas que soube que por aqui, existem concursos gastronômicos nos botecos. É verdade, com direito a premiação e aparições na tv local (chique no úrtimo) para os vencedores... trata-se de concursos de comida de boteco, onde o boteco que for mais criativo no seu "tira-gosto", leva o prêmio pra casa. Mas tem que ser bemmmm gostoso mesmo! Conta ponto também a aparência, e, óbvio, a aceitação do público. Porque não adianta você querer fazer uma lasanha deliciosa, pois em boteco isso encalha, já que a matutada quer tomar umas geladas e beliscar um tira-gosto saboroso...

Quem já ouviu falar no famoso concurso Comida di Buteco, que acontece anualmente em Belo Horizonte, e analisa deliciosos petiscos?

A intenção do concurso "Comida di Buteco" é premiar o melhor bar, e para isso são avaliados, além do tira-gosto, a higiene, a bebida/cerveja e o atendimento. Para ser campeão, o boteco precisa receber a maior quantidade de votos em todos os quesitos – o público vota durante os 31 dias de concurso e também um corpo de jurados, formado por profissionais da gastronomia, boêmios, butequeiros e formadores de opinião.

História

A idéia de realizar um festival gastronômico com enfoque na comida servida nos botecos surgiu em 1999, numa mesa de bar. Foi durante uma festa de confraternização da extinta Rádio Gerais FM, que o apresentador do programa “Momento Gourmet” confessou seu desejo de criar um evento nesses moldes. (...) Foi dessa forma que nasceu um dos maiores eventos do país. Em seu primeiro ano, o instituto de pesquisa Ipsos – Marplan assustou-se com a dimensão que o festival tomara: a audiência da rádio, durante os dias do concurso, correspondia à sua audiência anual. A pesquisa também revelava que todas as classes sociais sintonizavam a freqüência 91,7 FM, buscando informações dos botecos, pratos e atrações culturais que percorriam o circuito. O evento cresceu tanto, que aquela simples idéia transformou-se em uma empresa: o Comida di Buteco Produções, que desde 2004 produz o Festival Comida di Buteco. Desde então, o festival gastronômico se tornou, por excelência, o evento dos belorizontinos. Transformou os botecos em ícones da cidade.

Agora, não é só em BH que acontece esse concurso, aqui na minha cidade também tem todos os anos e os donos de botecos entram com tudo, como se fosse um concurso de Miss Universo da comida...hahahaha... e, quem sai ganhando é o cliente, com tantas delícias e o capricho do dono e funcionários do boteco, que prima pelo bom atendimento e conforto aos seus clientes...he...he...

Outra coisa, a Lugirão tirou onda com a matuta aqui, dizendo que lá na terrinha dela (Fortaleza), tem praias lindas e tudo o mais... eu nem ligo (mentira), pois aqui temos o lema "se não tem mar, vamos pro bar"...hahahahaha... D. Lugirão, sua malvada, fazendo inveja na amiga né? Pode deixar, Fortaleza está nos meus planos de viagem, sua terra é linda!... conta pra ela Ana Maria e Rita (Poços de Caldas), que Minas também tem lugares lindos, as cidades históricas, as deliciosas cachoeiras, os botecos, a galera do "Clube da Esquina", muitas outras coisas e as mineiras e mineiros, é claro...he...he...

Gente do céu, o Walt está espalhando pelos halos que eu achei que ele fosse "goiaba"... Hahahaha...Walt, o que é isso? Goiaba!?

Hoje eu separei um “texto científico”, elaborado por cientistas renomados lá das bandas de Massachucets, que pode vir a ser útil na vida de muitas pessoas... desvende os mistérios sobre o Homem, lendo sua bula... não tome o vidro de remédio todo de uma vez... contenha-se...

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Inté...
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sexta-feira, 6 de julho de 2007

Na Sua Estante...

"Mesmo que seja estranho, seja você" (Pitty)

Às vezes se eu me distraio
se eu não me vigio um instante
me transporto pra perto de você...
(Equalize, Pitty)
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Veja o clip aqui!
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Na sua Estante
(Pitty)

Te vejo errando e isso não é pecado

Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar ao menos mande notícia
'Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar

Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante

Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar

Ai, ai... tô inspirada... he...he... Gosto muito dessa música e achei o clipe muito bom, super criativo e passa direitinho a mensagem... Então, este clip está concorrendo aqui, no MPG, na categoria "Melhor Clipe"... Sei que tem muita gente acessando esse site pra votar na Íris, então eu tô indicando esse clip da Pitty, essa Baiana porrêta, pra quem viu e gostou... se gostou, então dá uma votadinha...he...he... pode votar quantas vezes quiser... O nome do Clip é "Na Sua Estante"...
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Hoje é dia de tomar uma cervejinha geladex, num boteco, conversar fiado, ouvir músicas ao vivo, violão e voz, relaxar... dentre outras coisitas... he...he... Eu vô, e você?
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quinta-feira, 5 de julho de 2007

Pai Ambrósio Resolve...

Ta rolando um estresse por parte de algumas pessoas que não acharam legal um clipe que passou no show “Dois Quartos” da Ana Carolina, em Belo Horizonte, enquanto ela cantava a música “Cantinho”... Trata-se de um vídeo clip da década de 50, com duas mulheres se beijando...
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Dizem que a coisa “pegou fogo” na comunidade da cantora, no orkut, e os fãs fizeram muito burburinho, alguns contra e outros a favor.
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O que Ana Carolina pensa de tudo isso?
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"Não quero botar mais lenha na fogueira, mas não vou mudar nada do show. Quando vier para o Rio e São Paulo, vai continuar o mesmo. O que me espanta é que um vídeo da década de 50 ainda cause tanta polêmica".
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"O que me deixa indignada não são duas mulheres se beijando, e sim a troca de tiros na favela do Alemão, matando civis trabalhadores e inocentes todos os dias. Isso me escandaliza muito mais".
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O que eu penso de tudo isso?
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Que estão procurando pêlo em ovo... O show é para o público adulto, não para crianças e não será um clip que fará a cabeça de marmanjos e marmanjas. Além do que, existem coisas mais importantes e preocupantes, como bem disse a Ana Carolina... Polemizar pra quê?
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Quer terminar com a sua namorada, ou namorado, mas não tem coragem? Se você morasse na Alemanha poderia escapar do constrangimento por 50 Euros. Como a gente não mora na Alemanha, veja algumas dicas para terminar seu namoro.

O economista Bernd Dressler, de Berlim, resolve o seu probleminha num instante... ele montou um negócio, onde as pessoas o contratam para terminar seus relacionamentos... A coisa tá dando tão certo, que ele abriu o negócio há menos de um ano e já fez o 'trabalho sujo' para mais de 200 namorados e namoradas descontentes. “Costumo demorar em média três minutos para terminar um relacionamento, mas quem ouve sempre fica em estado de choque por um bom tempo”, conta Dressler. Normalmente o parceiro chutado é pego de surpresa saindo do trabalho ou no bar em que costuma frequentar. (ví aqui!)

Tomô distraído... espero que ninguém mais recorra à mídia pra terminar um relacionamento, se o que falta é coragem pra dizer "já era, fuisss", então liga nessa agência aí e contrata o cara pra fazer o trabalho... Se bem que os 50 euros, mas o custo da ligação... Hum, vai ficar bem caro... diante disso, estou a procura de sócios para abrirmos um negócio desses no Brasil... topas?

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Pai Ambrósio faz, Pai Ambrósio Mostra...



Inté...
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quarta-feira, 4 de julho de 2007

"Multidões" e Multidões...


Saiu no site O Fuxico "Ex bbb Alemão é aclamado por multidão na Argentina"

“Uma fonte contou ao site que a recepção de Diego naquele país foi algo inesperado. Uma multidão estava no aeroporto aguardando a chegada do bonitão, que estava acompanhado de Fernanda [jura!? Que novidade!], sua irmã e empresária.”

Multidão: Grande número de pessoas ou coisas (Mini dicionário Aurélio).

É, a julgar pelo conceito de multidão, onde pessoas e coisas entram, contando com as pessoas que estavam lá no aeroporto chegando de viagem, embarcando, esperando alguém (inclusive o Diego), tomando um cafezinho, tirando um cochilo, fazendo a limpeza, trabalhadores em geral, mais bancos, cadeiras, computadores, rodos, vassouras, malas com e sem alça, equipamentos, sungas brancas, canetas, celulares e a Fernanda Gasques... é bem possível que ele tenha sido mesmo recepcionado e ACLAMADO por uma "MULTIDÃO"!
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Multidão? Menos né gente, bem menos... que exagero!

Ai, ai... Tenha santa paciência!...Af!

Uhmm! Será que a "sungaaaaa brancaaaaa molhadaaaaa" ou "nevadaaaaa" vai ficar famosa na terra dos hermanos!? Será que róla um tango? Ou seria, uma tanga branca!? Como se diz sunga em "argentino"!?

Agora, assistam esse vídeo que o Fantástico fez, quando a Sirí esteve na Argentina, mais precisamente, depois de sair do confinamento, na casa do Gran Hermano, e tirem suas próprias conclusões. Afinal, se Diego é reconhecido por alguém que seja, na Argentina, quem fez sua propaganda por lá, foi Irislene Stefanelli, quando participou do Gran Hermano... Foi depois de conhecê-la, e atraídos pelo seu carisma e alegria, que alguns argentinos passaram a assistir ao BBB7 e a participar dos chats da Globo.com... Talvez um dia ele reconheça, que esse prêmio, ele não ganhou sozinho...

Meu caro Ator, cresça e apareça! Você ainda tem que comer muito feijão com arroz pra poder arrastar uma multidão até um aeroporto internacional a sua espera...

Inté mais matutada! Uma MULTIDÃO de beijos procês!!!...

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terça-feira, 3 de julho de 2007

O Mulherão

Mulherão. O Lineu já nem reagia mais quando chamavam a sua nova mulher assim. Às vezes até ajudava.

- Lineu, essa sua mulher é...

- Eu sei. Um mulherão.

- Não, eu ia só dizer que ela é muito...

- Pode dizer. Mulherão. É o que todos dizem.

E o mulherão... Desculpe, a nova mulher do Lineu, era realmente muito bonita. Grande e bonita. Tão grande e tão bonita que logo se instalou o debate: ela não seria grande e bonita demais para o Lineu? Não era uma questão de duvidar da capacidade do Lineu de, assim, administrar tudo aquilo. Nem se discutia o direito do Lineu, apesar do seu tipo franzino, de ter uma mulher daquelas dimensões. A questão, no fundo, era de justiça.

A Valda - o nome dela era Valda, como as pastilhas, mas a semelhança terminava aí - era mulher demais para um homem só, fosse quem fosse o homem ou que físico tivesse. Monopolizando uma mulher como aquela o Lineu a estava, por assim dizer, sonegando. Alguma coisa - por justiça - tinha que sobrar para os outros. Aquilo era até uma metáfora perfeita para concentração de renda no País, não havia como não se revoltar. Onde estava a solidariedade? Restava saber como a mulher do Lineu reagiria a uma proposta distributivista.

Fez-se uma rápida enquete no grupo, no fim da qual foi escolhido o Romualdo para testar a receptividade da Valda. Romualdo, o Mualdão, era simpático e bem falante, além de ser casado com a Titina, que já estava acostumada com a sua fama de conquistador, e até fazia pouco dele, dizendo "Esse galo é só de cocoricó", ao que o Mualdão respondia "Vou te mostrar o cocoricó em casa", e todos riam. Todos no grupo eram casados. O último a casar fora o Lineu. E é preciso dizer que os homens do grupo respeitavam as mulheres do grupo. Ou, como dizia o Mualdão: "Mulher de amigo, pra mim, é homem feio." Mas também é preciso dizer que nenhuma das mulheres do grupo era um mulherão como a Valda.

Sem as mulheres saberem, é claro, o Romualdo foi escalado para uma missão de reconhecimento. Sua tarefa era descobrir, com jeito, se a Valda era, ao menos, cantável. Uma vez estabelecido isso, pensariam nos passos seguintes. Era necessário avançar com cuidado. Ninguém queria magoar o Lineu, logo o Lineu. Mas quem mandara ele casar com um monumento? O Mualdão pediu algumas semanas para estudar o terreno e fazer sua aproximação.

Contou depois que agira cientificamente, cuidando para não espantar a presa nem alertar o Lineu, e que finalmente conseguira ter com a Valda o que chamou de uma conversa franca, os dois sozinhos num bar, cartas na mesa, corações abertos, pessoas adultas e modernas, sim ou não?
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- E então? - quis saber o Mariano, quase babando.
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Os outros apertaram o círculo em torno do Mualdão. Estavam reunidos como num conselho de guerra. E então? Mualdão sacudiu a cabeça. Nada feito. Valda lhe confessara que era uma mulher com um apetite sexual equivalente ao seu tamanho, e que já tivera alguma experiência na vida, mas nada comparável ao que encontrara com o Lineu. O Lineu a satisfazia plenamente. O Lineu era o homem da sua vida. O homem definitivo. Não podia nem pensar em outro. Nada pessoal, dissera a Valda. Simpatizava muito com todos. Mas tudo o que precisava, tinha com o Lineu. O grupo se dispersou, arrasado.

Naquela noite, quando o Mualdão chegou em casa foi recebido pela Titina com o pé batendo no parquet, sempre um mau sinal. Tinha sido visto no bar com a Valda. O que tinha a dizer? E Mualdão foi obrigado a contar tudo. Sua missão de testar a Valda. E o que a Valda dissera sobre o Lineu.
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Resultado: sem os homens saberem, as mulheres do grupo iniciaram um assédio organizado ao Lineu para descobrirem o que, nele, satisfaz tanto a Valda, um mulherão como a Valda.

O Lineu não sabe mais o que fazer com os olhares e as indiretas e os bilhetes que recebe. Na outra noite, num jantar com todo o grupo, sentiu até a mão da Titina por baixo da mesa, numa missão de reconhecimento.
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(Luíz Fernando Veríssimo)

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O "causo" é o seguinte. É como mamãe sempre diz: A gente não deve fazer propaganda de homem pra mulher, e vice e versa. Diferente do taxista do post abaixo, nesses casos, a propaganda nem sempre é a alma do negócio! Porque o que não falta nessas horas, é gente querendo se associar com a pretenção de abocanhar uma fatia dos lucros, tá ligada(o)!?...he...he...Boca de sirí meu bem...

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O Blog Oficial de Íris Stefanelli, publicou hoje (e por último...rs), o primeiro relato que fiz da visita de Íris em Montes Claros - MG... Era para ser o primeiro, mas tá valendo...rs. Confiram aqui uma parte do meu depoimento...


Inté...

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Inovar é a Alma do Negócio...

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Olha só a criatividade do brasileiro Jailson! Um motorista de táxi criou um site, bem simples e meio exagerado, mas tá valendo. Trabalhar e divulgar o seu trabalho, quando honesto, é admirável!

Vale a pena dar uma olhada no site e principalmente, no link Quem sou eu. Bem legal!...he...he...

Aqui no vídeo, o Jailson é entrevistado pelo jornalista, Bruno Garattoni, da revista Super Interessante.

"Quando pegar meu táxi não esqueça de pedir a sua caneta, é brinde." (Jailson)


Algumas das Dicas de Cantadas Encontradas no Site

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1- Sabe, se a gente cortar os teus braços, vai ficar igual à Vênus de Milo.

2- Todas essas curvas, e eu sem freio nenhum...

3 - Pode me informar um caminho?

- Pra onde?

- Pro seu coração.

4- Ei, alguém peidou. Vamos sair daqui?

Pois é, o site tem lá seus exageros, mas, o que vale é intenção...hahahaha...

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Então tá combinado Jailson, se um dia eu aparecer por essas bandas daí, vou requisitar os seus serviços, falow! Pegando o espírito da coisa, lhe digo, caro taxista: Se não chover, depois da chuva eu passo lá, ok!?


domingo, 1 de julho de 2007

Tirando Proveito da Situação...

Hoje estou bemmmm melhor! A garganta não dói mais, só uma gasturinha, um pequeno incômodo e um pouco de febre... Dessa forma, aproveitei pra fazer o que sempre faço quando estou doente e a garganta permite... Comer muito!

Sabe aqueles hábitos que adquirimos na infância e que vez ou outra retornam para azucrinar nossa vida? Pois é... Quando pequena, sempre que eu adoecia, mamãe fazia as comidas mais gostosas e de minha preferência. Eram muitos mimos com guloseimas pra ver se eu comia nem que fosse um tiquinho, pra compensar o gosto horrível dos remédios (tomar remédio era uma tortura pra mim...) e pra ajudar na recuperação. Tá bom, eu confesso que fui mimada, pronto.
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Cresci e agora, longe da mamis, eu mesma faço isso comigo, pode!? Aqui não tem aquela coisa de “adoeceu e perdeu o apetite” não, quer dizer, até perco o apetite, mas como assim mesmo! É um jeito que arrumei pra comer sem culpa. Eu penso assim: Pôxa, estou doente, queria tanto comer isso, ou aquilo outro! Na verdade, nem to com tanta vontade de comer algo e acabo comendo mesmo assim... Tipo mulher grávida que aproveita que vai engordar de qualquer jeito e cai de boca na comilança. Eu sou desse jeito...

Só pra dar uma idéia básica, do tanto que eu me aproveito da situação, agora acabei de tomar uma xícara fumegante de chá – Toda bebida quente pra mim, tem que ser pelando! Não me venham com nada mais ou menos, morninho, não dá. Tem que vir pra queimar a língua, assim que eu gosto – e dispensei o adoçante, coloquei açúcar no chá, sem culpa...he...he... Ah, to doente, eu posso! E fiz isso todos os dias... Eita coisa boa sô!

Até que dessa vez, eu não estava promovendo uma comilança não, porque a garganta estava inflamadíssima, difícil de passar algo pela bem dita. A febre me fazia dormir horas seguidas, então... Mas, agora que a garganta parou de doer, estou mais que aproveitando... Comendo toda e qualquer porcaria que aparece pela frente, cokies, doces, refrigerante, chocolate quente, cereais de chocolate e leite condensado, só bobeiras que não me farão bem algum a não ser ter a deliciosa sensação de poder comer bobagens sem culpa... Ah, to doente!
E, afinal de contas, amanhã não terei mais essa desculpa, então estou aproveitando. O pior que pode acontecer, é eu acordar com outra doença, quer dizer, outro incômodo: uma baita congestão...hahahaha...
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Anteontem chegou aqui em casa, uns chocolates ingleses e suíços, uma beleza!...he...he... Vieram da Inglaterra, pra minha sobrinha (que mora comigo), e hoje eu estou aproveitando, já que ela me deu alguns, (muitos, na verdade) acho que ficou com pena da titia convalescente...he...he... Nem sou tão chegada a chocolates, acreditem, mas como eu disse, essa mania de infância é fogo, e lá vou eu comer os chocolates... Se bem que não está sendo nenhum sacrifício, tem umas trufas que são recheadas com machimellow, uma delícia! Coisa de "primeiro mundo"...rs
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E pra provar que é mesmo uma mania lá da infância, digo que só estou comendo besteiras... e que nehuma criança leia isso aqui... Frutas, leite e comidas nutritivas, estão passando longe do meu cardápio de hoje... Uma coisa! Nessas horas, acho que só eu me reconheço, porque realmente, é fora do normal. Mas eu nunca fui muito normal mesmo, deve ser por isso...rs

Vai me dizer que você não tem nenhum capricho infantilóide aí dentro de você? Ou então, uma ou várias manias esquisitas?

Pois então, deixa eu voltar pra cozinha porque deu vontade de preparar uma “queimadinha”.

Não sabe o que é queimadinha!? Então você não teve infância! (brincadeirinha). Sempre que eu adoecia, mamãe preparava queimadinha pra mim. É só por um pouco de açúcar (quantidade pra adoçar uma xícara de leite) em uma panela, levar ao fogo, deixar derreter e jogar o leite. Esperar que o açúcar se misture com o leite, até ter uma coloração caramelada, por em uma xícara e tomar. Delícia!

Bom, vou indo preparar minha queimadinha e me deitar em frente a tv, aproveitando as últimas horinhas da minha convalescença... Afinal de contas: Eu tô doente né gente!

Ínté...
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