Você gosta de escrever? Então que tal dar uma olhadinha em oito regras para se escrever uma hitória curta? As dicas são de Kurt Vonnegut, um dos principais e mais influentes escritores da segunda metade do século XX.
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Antes de ir direto às regrinhas, saiba que o Kurt Vonnegut era descendente de alemães, mas foi à Segunda Guerra como soldado norte-americano. Mantido como prisioneiro durante o ataque aliado à Dresden (o maior bombardeio/massacre da história a uma cidade européia, matando mais de 250.000 alemães), sobreviveu apenas porque estava em um frigorífico subterrâneo chamado Slaughterhouse-Five. Sua experiência na guerra foi fundamental para determinar as principais características da sua obra. Crítico mordaz de alguns valores inerentes à sociedade norte-americana, Vonnegut faleceu em 2007, deixando mais de 30 livros e peças. Sua obra-prima, Matadouro 5 (Slaughterhouse-Five) conta a história do bombardeio à Dresden, misturado a um pouco de ficção-científica. É considerara por muitos um dos melhores livros de ficção sobre a Segunda Guerra Mundial.
Então agora vamos às Oito regras que Vonnegut lista para escrever uma história curta:
1.Use o tempo de um completo estranho de tal maneira que ele ou ela não sinta que o tempo foi desperdiçado.
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2.Dê ao leitor ao menos um personagem pelo qual ele pode simpatizar.
. 3.Todo personagem deve desejar algo, mesmo que seja apenas um copo de água.
. 4.Toda sentença deve fazer uma ou duas coisas: revelar o personagem ou avançar na história.
. 5.Sempre que possível, comece sua história pelo ponto mais próximo do seu final.
. 6.Seja sádico. Não importa quão simpáticos e inocentes sejam seus personagens principais, faça coisas terríveis acontecer com eles para que o leitor perceba do que eles são feitos.
. 7.Escreva para agradar apenas uma pessoa. Se você abrir uma janela e fizer amor com o mundo, assim dizendo, sua história vai pegar uma pneumonia.
. 8.Dê aos seus leitores o máximo de informação o mais cedo possível. Que se dane o suspense. Leitores devem ter um entendimento tão completo do que está acontecendo, onde e porque, para poder finalizar a história por eles próprios, as baratas devem comer as últimas páginas.
Numa manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregor Samsa deu por si na cama transformado num gigantesco inseto. Estava deitado sobre o dorso, tão duro que parecia revestido de metal, e, ao levantar um pouco a cabeça, divisou o arredondado ventre castanho dividido em duros segmentos arqueados, sobre o qual a colcha dificilmente mantinha a posição e estava a ponto de escorregar. Comparadas com o resto do corpo, as inúmeras pernas, que eram miseravelmente finas, agitavam-se desesperadamente diante de seus olhos. Que me aconteceu?...
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Li recentemente "A Metamorfose", de Kafka. O que posso dizer? Gostei muito, pensei muito também. Fiquei alguns bons dias pensando sobre o que o autor descreveu, sobre o que o livro me transmitiu, as impressões que ficaram... quanto mais eu pensava na tristeza e solidão do personagem, mais o livro vinha pra dentro de mim, não sei explicar bem essa sensação...
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Ta dada a dica. A quem possa interessar aqui vai o link pro livro.
Família de Minas Gerais teve que entrar na justiça para registrar o filho com o nome de Raj Emanuel (nome de um personagem da novela "Caminho das Índias"). Parece que o problema é que o Oficial do cartório não quer registrar a criança com este nome, baseando em uma lei. Bom, mas na notícia não especifica o quê que está pegando exatamente. A família alega que é por ser um nome estrangeiro.
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O que me chamou a atenção nesta notícia é que estou com receio de ter o mesmo problema pois resgistrarei o meu filho com um nome estrangeiro, escolhido pelo pai dele (que não volta atrás de jeito algum). É um nome mulçumano, tradição para eles em se tratando especialmente de meninos. Alguém sabe me informar algo sobre esta questão de registro de nomes?
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Mudando o rumo da prosa...
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Então fica aqui a dica pra assistirem ao filme sobre a vida do Chico Xavier. Eu ví e gostei demais, é muito bom! Acho que nem preciso dizer que chorei. Sempre gostei de ler informações sobre o Chico e já lí alguns de seus livros. Se Chico estivesse vivo, completaria 100 anos. Tá dada a dica.
Então, estou com o pc pifado, tempo curto que só vendo, muitas coisas pra fazer... o blog sem atualizar... mas, infelizmente não está dando mesmo! Tentei o máximo que pude, mas chegou em um ponto que meus esforços já não eram suficientes e assim, as atualizações minguaram, as bobagens que escrevo estão só na minha cabeça... não to conseguindo por aqui...
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A partir de agora, vou levando o Matutando como der, como puder... . Eu tenho a impressão de que na vida há uma época pra tudo... pra brincar, pra estudar, pra crescer, pra perder a inocência, pra amadurecer, pra comer tranqueiras sem culpa, pra amanhecer o dia em farras, pra trabalhar de ressaca... e, pra escrever em um blog. Neste momento, eu não posso mais (pelo ao menos tão frequente e presente, como eu gostaria e como já fui...) ter um tempo determinado para o blog... não ta dando... então, sempre que der, e eu quiser, volto aqui, escrevo e vou visitando os amigos queridos que fiz pelas vizinhanças... e digo que esta é a melhor parte, pois são assuntos diversos, jeitos diferentes e únicos de escrever, compartilho opinões, divergências, aprendo coisas, vejo telas, cantores, livros, peças, assuntos de que não conhecia...
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Neste tempo que fiquei (e ainda estou) com o pc pifado, comecei a ler um livro que mamãe me presenteou e... confeço era um esforço enorme pra mim, cada vez que eu tinha que fechar suas páginas, pra cumprir com meus compromissos... então, eu ia lendo quando dava... no metrô, nos ônibus, uma meia horinha antes de dormir... e, assim fui devorando suas páginas, ávida por desfazer os mistérios, as confabulações... um livro muito bom! Aguçou minha curiosidade, mecheu com o meu lado místico, despertou em mim o meu lado detetive de meia tigela... hahahaaa...
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Estou falando de "A Sombra do Vento".
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Li aqui, uma crítica que diz perfeitamente o que eu teria a dizer, sobre o livro...
. (...)Mas aí começaram a me falar dA Sombra do Vento. Li a primeira página, enquanto esperava as 22 horas pra tomar cerveja e comecei a me interessar. Adoro essas Literaturas que falam sobre Literaturas. Livros falando sobre livros, brincadeiras entre linguagens e isso tudo. Putz, fiquei curioso, peguei o livro emprestado e levei pra casa. Quatro dias depois…
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A Sombra do Vento é um livro sobre um livro chamado A Sombra do Vento. Confuso? Na Barcelona pós-Guerra Civil, Daniel acorda ás vésperas de seu aniversário de 11 anos gritando ao perceber que não consegue mais lembrar o rosto de sua mãe morta. Ao acudí-lo, o pai o leva naquela fria manhã, no meio daquela neblina de carvão característica de Barcelona em 1945, ao Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar é uma gigantesca biblioteca, escondida em um casarão, que abriga todos os volumes esquecidos pelo resto do tempo. Livros Mortos.
. Ao passear pelos labirintos de prateleiras gigantescas, o garoto instintivamente pousa aos mãos sobre A Sombra do Vento, um esquecido volume do desconhecido autor Julián Carax. A partir daí, começa toda a trama da tentativa de Daniel de desenterrar o passado de Carax e recuperar uma história que começa em 1900…
. O mais interessante em A Sombra do Vento é a narrativa. Intrincada, com novos elementos sendo colocados na história o tempo todo, vai e volta no tempo, recuperando aos poucos o passado, a infância e o sumiço de Julián Carax. Numa mistura de gêneros típica do Bacanal do século XXI, o autor brinca com uma cidade cheia de cicatrizes deixadas pela Guerra Civil e a própria idéia de Livros dentro de Livros. Uma passagem em que Daniel descreve A Sombra do Vento parece servir perfeitamente para a obra física:
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"á medida que avançava, a estrutura do relato fez-me lembrar daquelas bonecas russas que contêm em si mesmas inúmeras miniaturas. Passo a passo, a narrativa se estilhaçava em mil histórias, como se o relato penetrasse numa galeria de espelhos, e sua identidade produzisse dezenas de reflexos díspares e ao mesmo tempo um só."
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Sem sentir, enquanto cresce e investiga por conta própria certos passados proibidos, Daniel envolve-se com um ex-anarquista, um Inspetor psicopata e com a estranha figura de Alain Coubert, o homem sem rosto que fuma cigarros feitos com folhas de livros e dedica sua vida a perseguir todas as obras de Julián Carax e queimá-las.O detalhe? Alain Coubert é o nome de um dos personagens do romance A Sombra do Vento de Carax. O personagem que representa o demônio.
Esperei desde a quinta-feira, ansiosamente, pela neve. Falaram que ela daria o ar da graça no domingo. Que nada. Veio ralinha, já minguando, nem me interessei a sequer olhar pela janela. Que coisa! Esperei, esperei... por nada! ... Enquanto isso, vou tomar umas cervas geladas, ou quem sabe, um vinho que ganhei no meu aniversário. Minha irmã vai cozinhar... quero fazer absolutamente NADA, hoje! No fim das contas, eu mereço ter um tempo ocioso. Também sou filha de Deus...rs ...
Pra um bom entendedor, um pingo é letra...
... Há ainda aqueles que dizem: vou dar um tempo. Cansei! Cansei da vida, cansei da net, cansei de tudo! Vou dar um tempo! . Mas esse "cansei de TUDO"... não é bem assim. Alguns se cansam apenas de algumas pessoas, de algumas coisas... pra outros estão sempre solícitos, disponíveis e afáveis! Cansados de fato, jamais... . Quanto á mim? . Eu também CANSEI! Cansei desses, ou daqueles... deixo a minha consideração e carinho para os que realmente merecem tais mimos... ...
Ah, tá! Lembrei-me de mais uma: digo que não vou mais por meus pezinhos, ou dedinhos (como queiram), onde não sou bem-vinda. Percebo quando não sou bem quista, a ponto de a pessoa não responder aos comentários dos amigos (o´que é atípico já que é tão atenciosa com eles...), só pra não ter o desprazer de se dirigir à mim (que mesmo mineiramente desconfiada, fui lá, lí e comentei...). Ok, entendi o recado que vem sendo transmitindo há dias, pela ausência aqui... então me diz um coisa: Porque mantém o meu link aí?
... Dizem que morar aqui, endurece um pouco as pessoas... to achando ótimo! Afinal passar de manteiga pra queijo e quem sabe, mais tarde um queijo fino, é até bonzinho, né? . Poisé! . Gente, gente, gente! Prestenção...
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...tem um blog bem legal que visito sempre, escrito por uma doçura de pessoa! Mas não é aquela doçura enjoativa não, ela é porreta! To falando da ClaudinhaDamm. Então passem por lá.
... Meu pcpifou. Estou usando-o e de repente: puf! Ele apaga... portanto, até resolver este problema, vou ficar ainda menos constante aqui...
... E, por fim... . "Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço, não do tamanho que as pessoas me enxergam." . Carlos Drummond de Andrade . Seeyou... ...
Como prometi no post anterior (e também porque me pediram), aqui estão algumas das fotos que tirei no museu de cera " Madame Tussaud's. As primeiras fui eu quem tirou, as últimas (a partir de Leonardo de Caprio) eu peguei na net... elas estão marromenos, principalmente as primeiras, porque não havia iluminação, foram tiradas nos porões escuros do museu o que na verdade, nem era permitido fazer, mas eu fotografei assim mesmo...rs. Então, começo com as fotos de alguns dos serial Killers e métodos de execução, ambos do ano da fumaça... clique na imagem, se quiser ver melhor, veja os detalhes.
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Essas rodas ficam girando no teto, outras no chão...
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A rainha e o seu marido, que não é rei, e sim, príncipe. Alguém sabe me dizer por causa de quê, ele não é rei?
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Adorooo! E o Vento Levou. Vívien Leigh e Clark Gable. Já ví este filme um monte de vezes... .
To toda enrolada aqui, cansada e com pouco tempo disponível para postar, para visitar a vizinhança "bloguística", pra comer direito, cortar meus cabelos, fazer minhas unhas etc. e tal... Tá difícil atualizar o blog.
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Mas, agora a pouco, lembrei-me de uma visita que fiz (turistando...rs) ao museu de cêra, Madame Tussaud's. Tirei algumas fotos que vou postar aqui. Outras eu peguei pela net mesmo...
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Este museu é uma das maiores atrações turísticas de Londres. Talvez pelo fato de ter também, um quê de parque temático, de você poder visitar descontraídamente, poder filmar, tocar nas estátuas, abraçar até, se quiser... as pessoas ficam muito impressionadas com a semelhança quase perfeita das estátuas (salvo raras excessões, como Pelé e Airton Senna... que foram esculpidos tendo uma foto como modelo...), a alegria boba de tirar fotos ao lado de seu ídolo, de personalidades históricas... fazer poses já pensando: esta vai pro orkut...rs. Também conta a favor, o fato de dentro do museu, ter um passeio (opcional, mas ja incluído no pacote) pelos porões escuros, onde ficam as estátuas de serial killers famosos, por trás de grades sombrias... esculturas que mostram os métodos de tortura antigos... as pessoas que se escondem pelas paredes, buracos, e onde mais der, pra nos surpreender e arrancar de nós, gritos histéricos... e também, porque no final do passeio, a gente entra em pequenos carrinhos, de dois lugares, tipo os de montanha russa. Ou melhor, são de montanha russa mesmo e o trajeto pelos trilhos, tem curvas e descidas... mas o mais interessante é que durante este passeio final, é contada a estória da cidade de Londres, seus fatos históricos mais marcantes como as guerras, as mortes, o incêndio... é como se fosse um teatro móvel, onde um narrador vai contando tudo tim-tim, por tim-tim. Ah! E logo que a gente entra no museu, levamos um susto danado! Somos surpreendidos por uma grande tela, com imgem de paparazzos, com máquinas fotográficas disparando fotos, flashes por todos os lados... nosso momento celebridade...hahahahaaa...
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E pra fechar, quando estamos prestes a sair, nos vemos em fotos enormes, com caras e poses engraçadas... são fotos tiradas durante este passeio que acabei de falar. E é claro, são pra vender... a minha ficou lá. Não animei a pagar não...rs
. Antes das fotos, vamos à estorinha do Madame Tussaud's, que eu acho muito interessante, principalmente por conta da época onde tudo isso teve início. Acho fascinante! Peguei do Burburinho.
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Marie Grosholtz nasceu em Strasbourg, França, em 1761. Seu pai, um soldado que lutou na Guerra dos Sete Anos (Grã-Bretanha e Prússia contra Áustria, França e Rússia) faleceu dois meses antes do nascimento da filha. Durante os primeiros cinco anos de vida, Marie viveu em Berna com a sua mãe, que trabalhava como governanta na casa de Philipe Curtius, um médico com extrema habilidade em esculpir em cera partes anatômicas do corpo humano. Quando o doutor Curtius mudou-se para Paris, levou consigo Marie e sua mãe, introduzindo-as a um mundo criativo e politicamente fascinante. O médico ensinou a Marie as técnicas de modelagem em cera. E rapidamente lhe foi permitido modelar personalidades da época como François Voltaire e o americano Benjamim Franklin. A exposição do doutor Curtius era tão famosa que passou a ser financiada pela Família Real Francesa. Tão logo o talento e a habilidade de Marie tornaram-se conhecidos ela foi convidada - aos dezenove anos - a ser tutora da irmã do Rei Luis XVI.
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A vida no Palácio de Versalhes era bem diferente da que levara até então e por apenas nove anos ela viveu nas dependências de Versalhes. Em 1789, o doutor Curtius chamou-a de volta a Paris. A capital era o centro caótico da sangrenta Revolução Francesa. Marie e sua mãe foram presas e compartilharam a mesma cela de Josephine de Beauhamais, que mais tarde viria a desposar Napoleão Bonaparte. Entretanto, Marie foi encarregada de preparar máscaras de cera utilizando como molde as cabeças dos prisioneiros que haviam sido guilhotinados. Entre estes figuravam Maria Antonieta, Luis XVI e Jean Paul Marat (o filósofo revolucionário morto por Charlotte Corday).
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Em 1794, o doutor Curtius faleceu e deixou para Marie toda sua coleção de cera. No ano seguinte Marie casou-se com um engenheiro francês chamado François Tussaud, com quem teve uma filha (falecida prematuramente) e dois filhos. A França continuava a sofrer após a Revolução e para que a exposição de cera de Marie sobrevivesse era necessário uma decisão muito difícil. Assim, ela deixou o país e excursionou pelas Ilhas Britânicas levando seus moldes de cera e seu filho mais velho. E ela jamais veria seu marido ou a França novamente. Marie passou mais de 33 anos exibindo sua crescente coleção para uma multidão de espectadores curiosa e intrigada. Enquanto isso, seu filho mais velho, Joseph, tomava gosto pelo ofício da mãe, enquanto Francis, o mais novo, ficara em Paris cuidando da avó, após a morte de seu pai. Quando, em 1826, a senhor Grosholtz morreu, Francis viajou para a Inglaterra para juntar-se ao que restava da família Tussaud.
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Marie Tussaud superou, ainda, uma vasta gama de desastres. Em 1822 o navio que carregava a exibição que excursionava pela Irlanda naufragou. Porém, a maioria das peças foi salva. Semana a semana, as figuras de Lord Byron, dos assassinos Burke e Hare, do Rei George IV, da princesa Carolina de Brunswick, de Shakespeare, e de muitos outros eram constantemente embaladas e desembaladas para serem admiradas pelo público. Nos tempos em que não havia televisão, rádio ou cinema, as figuras de Madame Tussaud eram uma sensação. As viagens terminaram em 1835 quando finalmente a coleção de Marie Tussaud se estabeleceu em Londres, próximo ao local onde hoje se encontra o Madame Tussaud's Museum.
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Ela coninuou a esculpir até um tempo próximo à sua morte, inclusive nessa época, ela dedicou-se a esculpir a sua própria estátua. E em 1850, aos 89 anos, Marie faleceu, ficando a cargo dos filhos, expandir a exposição.
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Mas em 1925 ocorreu outro desastre, um incêndio, que destruiu relíqueas da era napoleônica e derreteu figuras (que não tinham como ser substituídas) como por exemplo, Robespierre e Marat. Despois foi tudo reconstruído e o museu ganhou um cinema e um restaurante. Mas, já na Segunda Guerra Mundial, o museu foi mais uma vez destruído, por um ataque o que acarretou a perda de cerca de 352 modelos de cera e a destruição do cinema. Em 1993, aconteceu mais uma reforma e incluiu-se, dentre outras coisas o passeio pela tragetória histórica, de que falei no início do post.
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Pois então, eu falei de postar fotos e tals, mas não sei porque, meu pc está lentíssimo e as fotos são grandes, ta demorando demais! Deixo então, um vídeo e numa outra vez, posto as fotos, ok!? .
E ainda... o Madame Tussaud's existe não apenas em Londres, mas também em Nova york, Amsterdan, e outros cantos mais...
Não é segredo, já falei aqui que curto muito uma campanha seja ela com propagada em tv, ou um cartaz, outdoor e etc., quando estas têem uma sacada, algo que realmente marca. Se vejo algo assim, sinto vontade de dar um bjo na testa, parabenizar pessoalmente os profissionais por trás de todo o trabalho. Mas, como é meio que impossível, deixo aqui o meu "cara, vocês são óteeemos"! Isso é para os bons!
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E depois de ter postado sobre a cerveja, suas delícias e ressacas, agora posto o outro lado: duas propagandas de uma campanha de alerta para o consumo excessivo do álcool e abusos químicos em geral. Estas duas propagandas estão no ar, aqui na Inglaterra e chamaram minha atenção desde o primeiro momento em que as ví.
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"Você não começaria uma noite como esta assim, então porque terminar dessa forma?"
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Esta é a mensagem que estas duas propagandas passam. Achei o máximo! .
E mais uma...
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AlcoholKnowYourLimits - Álcool, saiba seus limites
E nesta quinta-feira de sol tímido e friozinho, posto um meme musical que a Lugi, do Voz Ativa, passou pra mim e que muito me agrada responder. Ela pediu que eu escolhece as sete músicas que mais tocam no meu Mp3, ou que eu ouço com frequência, músicas que gosto muitão e tals... tive certa dificuldade em cumprir tal tarefa porque, primeiro, estou com o dia muito corrido e tive pouquíssimo tempo pra escolher. Segundo, tem tantas músicas que gosto demais, que marcaram momentos da minha vida e que mesmo sendo antigas, eu ouço muito, e escolher apenas sete, foi difícil. Sem falar que tenho certeza que outras tantas não poderiam deixar de estar entre as sete, mas, enfim, o meme pede Sete...
E, como boa mineira que sou, também gosto de música sertaneja, então, vai essa de lambuja pra vocês... quem sabe vocês acabam gostando da musiquinha.rs É muito boa de se ouvir acompanhada de uma cerva gelada... hahahaaa...
Repasso o meme para quem estiver à fim, fiquem à vontade pra levar pros seus blogs, ou caso não tenha blog, pode postar as sete músicas que mais tocam no seu MP3, aqui no Halos.
Em certa ocasião, alguém perguntou ao astrônomo italiano Galileo Galilei:
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- Quantos anos tens?
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A resposta foi surpreendente:
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- Oito ou dez, respondeu Galileo, em evidente contradição com sua barba branca. E logo explicou:
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- Tenho, na verdade, os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os tenho mais, como não possuímos mais as moedas que já gastamos.
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Poise, o conceito de tempo, para Galileu, e diferente do nosso, melhor dizendo, e diferente do da maioria das pessoas. Vendo pelo lado que ele expoe, e bom que saibamos aproveitar bem este tempo. Como eu digo sempre, o tempo voooa! A vida ta passando...
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Eu tenho falado e pensado muito sobre isso nos ultimos dias, nos ultimos meses... ate falei sobre, neste post aqui. Falei sobre coisas que me aconteceram ha muitos anos atras e que ao recordar, parece que foram ontem... percebi que quem passa, somos nos, e nao o tempo. poise!
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Dizem que o tempo é muito lento para os que esperam. Muito rápido para os que têm medo. Muito longo para os que lamentam. Muito curto para os que festejam. Uma eternidade para os que amam...
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Ah! O tempo!
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Clarice Lispector bem disse que "quantos `agoras` perdermos esquecendo que o risco pode ser a salvação de muitas alegrias de nossas vidas... O medo que nos impede de sermos ousados agora, também está nos impedindo de vermos a linda pessoa que podemos ser."
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So sei que o que temos mesmo, e o presente. Simples! O passado e imutavel... o futuro ainda esta por vir, ou como dizem em Minas "o futuro a Deus pertence".
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Ah, este trecho que fala sobre o Galileo, eu recebi por email e resolvi postar...
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Tenham todos uma oooteeema semana!
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See you...
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Update: pra quem gostou da frase que postei no meu perfil "o tempo faz tudo valer a pena, e nem o erro e desperdicio", vai agora a musica completa, "O Avesso dos Ponteiros - Ana Carolina"... Enjoy!
Imagine que voce e o seu namorado estao em uma festa, se divertindo muito e tals e ele comprou um anel de noivado pra voce, surpresa total... a noite estava perfeita, a nao ser por um problema que fez com que voces saissem da festa mais cedo... depois seguiram para uma casa no campo. A casa foi uma outra surpresa, preparada pelo seu namorado, que queria uma noite perfeita, com direito a jantar a luz de velas e ate petalas de rosas vermelhas sobre a cama... lindo, nao e?
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Mas, voces discutiram e ao chegarem na casa, as coisas nao saem como ele planejou... voce esta chateada, ele tambem... seu cigarro acabou e ele vai ate a cidade comprar mais... sim, porque como eu disse, voces estao em uma casa no campo... nesse meio tempo, alguem bate na porta, voce se assusta, olha pela janela e ve...
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Ontem assisti ao filme "The Strangers" (Os Estranhos). Seria apenas mais um filme de suspense, onde um casal passa a noite em uma casa no campo, onde nao se ouve ruidos de carros ou pessoas, onde o silencio so e quebrado pelo som do vento batendo nas folhas das arvores, ou por conta de algum passaro e tals... mas, logo no inicio ja diz que o filme e baseado em fatos reais, e que tudo aconteceu no ano de 2005. . Entao, cada vez que acontecia alguma coisa no filme, os gritos, a cara de pavor da atriz, o celular que desaparece e nao se pode pedir ajuda, o desespero, o namorado que sai pra comprar cigarros e deixa a menina sozinha e tals, eu pensava: caramba, isso aconteceu mesmo! . Bom, no inicio do filme, frisa que nao se sabe ao certo o que aconteceu "naquela casa", "naquela noite", mas achei que eles tiveram uma boa sacada (provavelmente se guiaram pelos arquivos policias sobre o caso...), e que o filme teve um desenrolar muito envolvente! .
So sei que depois que vi este filme eu pensei que realmente, nesse mundao cheio de loucos de todo o tipo, estamos tao desprotejidos e nem nos damos conta do quanto...
Nao sei se ja estreou no Brasil, mas confira um pedacinho, aqui, ta legendado:
Entao, eu comentei aqui que iria dar uma olhadinha no carnaval de Notting Hill... entonces eu fui, e acabei me esquecendo de contar como foi... Ja tem bem uns dias e tals...
. Bom, o bairro de Notting Hill, e um bairro sofisticado aqui em londres. O carnaval acontece em varias ruas ao mesmo tempo, alguns moradores ficam da sacada de suas casas observando, dancando, na maior animacao. Percebi que alguns fecham suas casas em festinhas privadas...
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Este carnaval de rua, e originalmente caribenho. Eu fui apenas em um dia, e nao vi nenhum brasileiro desfilando. Mas, existe sim, a participacao de brasileiros, o que deve ter acontecido, no segundo dia de carnaval...
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Clique nas fotos pra ver melhor.
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. Eu nao sabia, mas o Carnaval de Notting Hill ocupa a segunda posicao no hanking de carnavais que atraem maiores quantidades de pessoas, perdendo e claro, pro Brasilzao veio de guerra. E nao podia ser diferente, pois o carnaval de Notting Hill, embora seja animadinho e tals, nao se compara ao menor dos menores carnavais brasileiro. Eu achei! Ah! E este carnaval ingles e considerado a maior festa de rua da europa. .
. Neste bloco (foto abaixo), as pessoas desfilaram lambuzadas de calda de chocolate... Como expectadora, me deu uma gastura! Mas eles se esbaldaram em diversao!
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. Esta festa teve inicio nos anos 60, mas nao foi motivada pela alegria, e sim pelo protesto. Seguinte: nesta epoca ai, havia um grande numero de imigrantes caribenhos vivendo em Londres, mas que sentiam na pele a discriminacao racial. Entao, eles tiveram a iniciativa de promover um protesto pacifico e alegre, e assim nasceu este carnaval. .
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Os precursores do movimento, que segundo consta, já acontecia em forma de festas dentro das casas, foram Rhaune Laslette e Claudia Jones, reconhecida como a “Mãe do Carnaval de Notting Hill”, uma defensora severa da liberdade de expressão dos negros em Londres.
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Depois de muito ver, e cansados de ficarmos em pe, feito estatuas, fomos pra um pub, tomar umas pra relaxar...hehe... minha irma ficou indignada porque mesmo consumindo, eles queriam cobrar 1 pound pra deixar usar o banheiro. Isso eles devem ter aprendido com os donos de bares brasileiros. Pelo ao menos, na minha cidade as vezes eles (os donos de botecos) se aproveitam e em epocas de festas de rua, cobram mesmo! .
. Dentro do Pub... a maioria mantem a decoracao antiga... veja o lustre, o teto... eu curto bastante! .
. Eu nao achei os folioes animados (os expectadores estavam muito mais!), nem as fantasias bonitas, quer dizer, esta que ilustra o inicio do post foi a unica de que gostei. E tudo bem simples, inclusive os acabamentos. Mas e que nos, brasileiros, estamos acostumados a ver o luxo do carnaval carioca, a animacao das micaretas pelo Brasil a fora, entao fica complicado, ne?
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Fatos e Números:
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Em 44 anos de existência, o carnaval cresceu de 500 pessoas para se transformar na maior festa de rua na Europa.
O público do Carnaval equivale a 87 Arena O2 lotadas, ou a 11 Glastonbury Festival, ou 23 vezes mais que o Grande Prêmio F1 da Inglaterra.
Notting Hill Carnaval gera mais de cem milhões de libras para a economia de Londres.
Cerca de 50 mil participantes estão diretamente envolvidos com a festa.
Estima-se que 140 mil europeus vêm a Londres exclusivamente para o evento – e este número está crescendo.
300 estandes são montados durante o evento e cerca de cinco toneladas de frango são consumidas no Carnaval. (o povo aqui, adooora frango...)
150 mil plumas e 30 milhões de lantejoulas são utilizadas nas fantasias.
100 litros de tinta de corpo são usadas para decorar as passistas e artistas.
Eita, li a Mara dizendo que vai deixar o post em seu blog, por mais tempo, pois irá fazer uma visitinha básica ao Cirque du Soleil. Que vontade que me deu de ir ao circo e quantas lembranças boas me vieram na cachola... lembranças da infância, onde eu ia em circos palpérrimos, mas divertidíssimos!
Palhaços ultra, mega, blaster engraçados, mágicas espetaculares, o trapezista parecia ter asas, as dançarinas me encantavam, sempre gostei de dançar... quando criança, pouco é muito! Eu achava tudo tão perfeito no circo!
Outro dia, tinha um circo aqui, pertinho da minha casa. Fui dar uma conferida básica e me decepcionei um tiquinho. Os palhaços já não são tão engraçados, os moços do trapézio caíam a todo o momento (na rede de proteção) e repetiam, repetiam o número e não acertavam... o mágico ficou manjado, coitado! Poisé, nada como a infância, onde essas coisas têm um valor enorme, e é bom que continue assim. Mas, uma coisa não pude deixar de perceber, as crianças não riam muito com os palhaços de agora, será porque? Alguns dormiram durante o espetáculo, outros não se empolgaram... que coisa, né?
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Bom, agora tenho muita vontade de assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil. É um espetáculo diferente do que normalmente é apresentado nos circos convencionais. Os números têm um quê de teatro mambembe, do próprio mundo circense, do balé, etc. É tudo tão colorido, a maquiagem é linda e fascinante! Todo o espetáculo é acompanhado por música ao vivo e a língua falada durante é o “Cirquish”, um dialeto imaginário criado pela companhia. Legal, né!?
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“Uma das grandes características do Cirque du Soleil foi ter transformado o mundo do circo. Tornar atual algo já tão antigo e internalizado na memória de todos. Fez isso muito bem através da mistura que criou, trazendo influências de espetáculos dos mais variados e das mais diferentes culturas. Recrutando artistas e números de circo de toda parte, faz um mix de tudo juntando seu próprio estilo.
. Não esquecendo dos grandes circos que até hoje encantam mundo afora, pode-se afirmar que esta companhia de pouco mais de 20 anos é hoje um dos maiores espetáculos de circo do mundo. Suas performances disponibilizam-se em DVDs e CDs e estão sempre com espetáculos em toda parte do planeta. A trupe do circo é hoje membro da Calçada da Fama do Canadá.”
. Essa música do Chico Buarque, Saltimbancos, sempre que ouço, me lembro dos Trapalhões. Da época de Mussum e Zacarias, do filme Saltimbancos, que por sinal eu tenho em DVD e muito me emociona assistir...
. Definitivamente, o circo me traz só boas recordações... sorriso bobo de orelha à orelha...
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"O ESPETÁCULO NÃO PODE PARAR"
. E, por falar em circo, parece que a CPMFcaiu por terramesmo, né!? Até que enfim!
Somos castigados por nossas renúncias. Cada impulso que tentamos aniquilar germina em nossa mente e nos envenena. Pecando, o corpo se liberta do seu pecado, porque a ação é um meio de purificação. Nada resta então a não ser a lembrança de um prazer ou a volúpia de um remorso. O único meio de livrar-se de uma tentação é ceder a ela. Se lhe resistirmos, as nossas almas ficarão doentes, desejando coisas que se proibiram a si mesmas, e, além disso, sentirão desejo por aquilo que umas leis monstruosas fizeram monstruoso e ilegal.
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(Oscar Wilde)
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Pecado... o que é pecado pra você? Quando você pensa em fazer algo que julga ser pecado, você se reprime? Se fecha? Se recolhe? Consegue digerir bem a frustração do ato não consumado ou remói isso de quando em vez?
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A tentação, o pecado, a luxúria, e as consequências das ações nesse sentido, é muito bem retratado no filme "Perdas e Danos". Um dos melhores filmes que já ví, até o momento!
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Com um show de interpretação de Jeremy Irons e Juliette Binoche, atriz francesa que rouba a cena com seu olhar marcante, forte, e atuação intrigante.
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Encontrei um comentário sobre "Perdas e Danos - Damage", pósto aqui para quem ainda não conhece a estória. Onde encontrei, não consta a autoria do comentário, diz apenas que foi retirado de um jornal:
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Não é difícil, para quem acompanha a carreira de Louis Malle, descobrir o que o atraiu no livro de Josephine Hart. A paixão de um homem de meia-idade (Jeremy Irons), ministro do governo inglês, pela noiva do filho, é uma verdadeira caixa de marimbondos em que ele já mostrou, ao longo de sua filmografia, gostar de mexer. Malle sempre revelou uma queda para o ousado, o polêmico, o chocante, desde Os Amantes , quando, no distante ano de 1958, mostrou uma variante do ato sexual, salvo engano pela primeira vez no cinema, que escandalizou o puritanismo da época.
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Em Perdas e Danos , subjacente ao tema da paixão entre sogro e nora, há o do incesto, velho conhecido do cineasta, que o abordou em Sopro do Coração (1970), daquela vez entre a mãe e o filho adolescente. Agora a relação é entre Anna Barton e o irmão, de que o espectador toma conhecimento pelo relato que ela faz a Stephen, o sogro. A propósito de Anna Barton, ela me parece o personagem mais interessante do filme. Trata-se de uma mulher, que, contra a sua vontade, leva à destruição ou à morte os homens que se sentem atraídos por ela. Uma espécie de viúva-negra, o que no filme é reforçado pela sua preferência pela cor preta no uso do vestuário. Ninguém mais ideal do que ela para representar o incognoscível na natureza humana, com a aparência frágil, o jeito calmo e sereno e o rosto triste e cândido. E nenhuma outra atriz poderia representar esse personagem como Juliette Binoche.
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Não coloquei todo o comentário sobre o filme, porque acaba contando coisas do final, e pra quem ainda não assistiu é frustrante, pois é uma das partes mais emocionantes... Então fica assim...hehe... eis aqui, uma dica da matuta. Veja esse filme, é muito bom!
Uma mulher diferente da que fui tempos atrás, com desejos, sonhos, botando a mão na massa para concretizá-los,que continua gostando de uma cervejinha, mãe de um menino lindooooo demaisssss!!!